26 de abril de 2013


aos finais, o que doía mais não era nem reaprender a viver sem o outro,
mas conseguir conviver com o que restou de si.

Um comentário:

  1. Oi Juliana! Adoro seus escritos. Poucas palavras, que não precisam de mais, porque são bastantes, que se completam e colocam um ponto final, que traduzem de forma fácil e solta verdadeiras teses sobre o ser humano. Humano? Bem, esse animal que se pretende, que se torce e distorce a si e a tudo.
    Volto a dizer que adoro!
    Abraços!

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