15 de maio de 2012

não é que eu tenha mudado esse tanto todo. é que apurei os gostos, entendi os medos e comecei a dar nome aos cantinhos mais relegados da minha existência. e se alguns dizem que ando meio diferente, é porque ainda não entenderam que agora enfim começo a parecer comigo mesma.

7 comentários:

  1. Ao ler, senti agora um sentimento de amadurecer. Obrigado por ter confeccionado, otimo texto.

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    1. repetindo o que disse "pelas bandas de lá": quem agradece sou eu! ;)

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  2. Eu ando vivendo algo muito parecido e gerado estranheza em que fica mais perto com frequencia. Sempre parece que se encontrar, para os outros (os que visitam mas não moram na nossa casa de dentro), é se perder. Mas, como você, também acho que eles vão entender. Esta nova foto ficou sutil como os seus textos...

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    1. Vão sim, poeta... e podem até demorar um pouquinho, não tem problema - enquanto espera, a gente aproveita para tecer a paciência em rimas. ;) Muito obrigada pela doce companhia que suas palavras sempre me fazem...

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Juliana seu blog tá cada dia mais delicado e bonito, mesmo sendo tão intenso. Venho aqui e parece que sinto as mesmas emoções que você teve ao escrever cada palavra, mesmo que eu não saiba quais são, cada pequeno texto diz o que eu gostaria de dizer, fala um pouco do que tem aqui dentro de mim também. Me sinto bem, com essa familiaridade que encontro aqui. Fica aqui minha admiração à sua sensibilidade e à sua escrita (que mesmo dizendo do que está no coração de muitos, é só sua)...

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    1. Ana, muito obrigada pelas palavras, pelo carinho e principalmente por povoar esse cantinho com a sua doçura e sensibilidade. Eu também volta e meia vou lá tietar sua segunda versão "de primeira" e me identifico um tanto! você é uma fofa... :)

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