25 de agosto de 2014

foi doce. recriar entre a gente um espaço onde caiba o presente. reinventar o passado, a dois e sem dores. notar que por algum motivo que ninguém jamais deu nome, decretamos de comum silencioso acordo jamais sermos indiferentes um ao outro. suspeitar que entre tudo que passa, há coisas intactas.