24 de julho de 2013

cheia de novos prazos, novas metas, novos medos, lembrando do dia em que a vida me rasgou pelo peito e arrancou pelas unhas a última dose que restava de serenidade. pois que ontem eu me flagrei espalhando conselhos que nem sei se acredito. revivi a velha vontade de embalar em meu colo as angústias de um (novo) outro querido, repetindo aquele desejo louco de tecer soluções que talvez não existam para problemas que eu talvez não entenda. e tudo isso, agora, me lembra tanto tudo aquilo  de outrora, que quase sinto aqui no peito o velho rombo se esgarçando um pouco mais.

dias assim me fazem suspeitar que algumas dores nunca param de acontecer dentro da gente...

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