7 de abril de 2015

eu finjo, sim, que é muito leve e que bem pouco importa. mas na verdade, querido, assim como o moço da tabacaria, o que desejo é que escancarem-me a porta aos pés de uma parede sem porta. ando mesmo ansiando pôr abaixo um desses muros que insistem em me encarcerar aos limites de mim. só não sei ao certo qual deles me sustenta. 

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