21 de novembro de 2012

sempre que um novo repente me faz transver* o mundo, assim de viés, dá uma vontade louca de cantarolar a vida em versos, no agudo deleite de um ponto de vista em tempos de estréia. mas é preciso um bom quinhão de malandragem pra deitar fora as velhas telhas sem sucumbir às tempestades. cada noite de estrelas carrega sua própria escuridão.


* bem na cadência do idioleto manoelês...
 

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